Blog do Jaldo

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A migração, parte 1: o Lado Negro da Força

Quando resolvi abandonar definitivamente as drogas e passar a usar softwares que realmente trabalhem para mim (e não para alguma megalocorporação com planos de dominação absoluta), procurei as opções disponíveis na época, não tão distante. Só que a sopa de letras e nomes estranhos confundem qualquer um que não esteja familiarizado e, em um primeiro momento, pode até causar a desistência de algum desavisado. E dá-lhe Kurumin, Suse, OpenOffice, StarOffice, BSD e um monte de outros nomes até então desconhecidos. Como funciona cada um? Para quê servem? O quê eles têm a ver com DOS, Windows e Unix? O conceito não era novo, estava relativamente fixado pelos pioneiros Netscape, Firefox e Thunderbird, mas onde SISTEMAS OPERACIONAIS free se encaixavam?

Bem, sempre tem que haver um começo, né? E a promessa de maior facilidade para sistema operacional na época era o Kurumin, do Carlos Morimoto. Pois bem, fui lá então, baixar a imagem do CD e rodar no micro. No começo, tudo parece muito fácil: inicializar pelo CD sem precisar instalar, quase tudo funcionou logo de início (hoje sei que foi pura sorte minha CPU ser padrão no Brasil) e com poucos cliques até a navegação na Internet funcionou. Mas como tudo tem um "mas", as coisas começaram a ficar confusas quando percebi que o resultado, o final do processo, que são os arquivos gerados (documentos, textos com adendos, etc) e dispositivos específicos (câmeras fotográficas, agendas eletrônicas, etc) não funcionavam "por algum motivo desconhecido". Ora, o quão tonto fui, ao pensar que iria enganar assim tão facilmente o Tio Bill! Ele dominava o mundo, e todos se curvavam a ele! Ninguém projetava nenhum software nem construíam dispositivos de informática sem a bênção do Tio Bill! E, por força maior, voltei à escravidão.

Eu estava envolvido, involuntariamente, no Lado Negro da Força, sem nenhuma esperança de salvação!

...continua...

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